Ecole de Légèreté

Sobre nós


Filosofia

 

A equitação clássica é a constante procura pela elegância. Soluções elegantes são inteligentes! Elas procuram sempre usar um mínimo de força para alcançar um máximo de expressão. Os ideais são atemporais, independentes de modas e desenvolvidas com o fim de serem sustentáveis. A prática equestre baseia-se em séculos de experiência e ao mesmo tempo em dados ciêntíficos modernos. Eles concordam surprendentemente seguido!

 

O resultado é mais equilíbrio, maior cooperação, mais atenção e criatividade. Os princípios são os mesmos em toda arte: dança, artes marciais ou arte equestre. Respiração calma, precisão e força sem contração, sem desgaste. O adestramento clássico não tem como meta achar os individuos mais talentosos e prepará-los para competições.

 

A filosofia apresentada exclui o uso de meios coercivos e da força (como por exemplo qualquer tipo de rédeas auxiliares e focinheiras, assim como repetições desmoralizantes e ações grosseiras de rédeas ou esporas...) Por outro lado ela inclui explicitamete um interesse por todos os tipos de cavalo e disciplinas equestres.

 

A escola desenvolve a capacidade de cada um de melhorar-se cada vez mais em relacao a sí mesmo, tornando-se cada vez mais equilibrado, com maior expressão, mais autoestima e melhor capacidade física. Os cavaleiros e os cavalos devem tornar-se habilidosos, descontraidos, atentos e orgulhosos com o que entenderam e adquiriram.

 

Nós, como cavaleiros, assim como em qualquer outro relacionamento, podemos mudar, diretamente, só nós mesmos. Porem mudando o nosso comportamento e a nossa habilidade, produziremos um impacto no comportamento e na habilidade do cavalo.

 

A lida com cavalos é altamente complexa e por isso mesmo tão interessante – mas tambem cheia de artimanhas. Cavalos são cavalos – nós, humanos, conhecemos a nossa línguagem, mas nem sempre a dos cavalos. Nós temos claras idéias sobre o que queremos que os cavalos executem, mas raramente um conhecimento aprofundado sobre a constituicao física; a própria e a do cavalo.

 

Atravez de emoções nós nos comunicamos com os cavalos em sua “língua materna”, porem temos a expectativa de que eles devam reagir à linguagem das ajudas, estas tem que ser primeiramente elaboradas juntamente com o cavalo. É a língua estrangeira que ambos tem que aprender para poderem comunicar-se em seus planos de treinamento e de vida.

 

É uma tarefa nobre manter as idéias clássicas vivas e permitir assim uma diversidade intelectual na equitação perante uma “equitação esportiva predatória” que acaba dominando todas as áreas hipológicas.

 

Para todos que queiram desenvolver o melhor e o mais belo de sí e do cavalo à sua frente!

 

Video do último curso no Brasil, na Conexão Equestre.